SANGRIA

Na estrada que vazia, pedra
caminhava lento, murcho e soturno
Era ao chão a quem se valia a terra
úmido e quente o folego noturno

Na sangria matina de pé e vigilante
rasga a terra a ferro frio como quem marca o amante
conduz na valsa triste a esperança de uma raça
já que nesta dança rija a fome enfim se aparta

Seja por reflexo ou talento inato
Reconhecida seja a bravura de quem luta desde o parto
Em terra de tão variada gente e tipo
há ainda quem sangre todos os dias a viver do oficio
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