MENINO

Sem real valor a figurar o menino
Declina o pobre moço em seu leito ainda vivo
Fina tristeza que este peito amarga
É que encerra dura esta fria praga

Já não há remédio que esta mão alcance
Para abrandar a dor que em seu rosto lance
Se desviado o foco do sofrimento pago
Ostenta os olhos firmes do guerreiro bravo

Que em vaga espera almeja a doce esperança
De que embora longa tua dor rasgada
Venha findar-se logo em uma breve dança
esta jornada burra , vida malbaratada!
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